AS 30 LEIS DO MAÇOM DE SUCESSO.

As 30 Leis do Maçom de Sucesso.

🔺📜 AS 30 LEIS DO MAÇOM DE SUCESSO ✨

O verdadeiro maçom não busca apenas subir na vida. Ele busca elevar sua alma, fortalecer seu caráter e deixar um legado de honra. O sucesso começa quando cada pensamento, palavra e ação refletem os mais elevados princípios.

1. 🧠 Busque a verdade acima de todas as as ilusões.
2. 📚 Nunca deixe de aprender. O conhecimento é uma luz que jamais se apaga.
3. ⚖️ Seja justo, mesmo quando ninguém estiver observando.
4. 🤝 Honre cada compromisso assumido.
5. ❤️ Pratique a fraternidade em todos os momentos.
6. 🙏 A humildade abre portas que o orgulho jamais alcança.
7. 🛡️ Proteja sua honra como seu maior patrimônio.
8. 🤫 Aprenda o valor do silêncio e da discrição.
9. 💪 Encare as dificuldades como ferramentas de aperfeiçoamento.
10. 🔥 Domine suas emoções antes que elas dominem você.

11. 🌱 Trabalhe diariamente para ser melhor do que ontem.
12. 💎 Valorize a honestidade acima de qualquer vantagem.
13. 🕊️ Seja um construtor da paz.
14. 💡 Ilumine os outros por meio do exemplo.
15. 👁️ Observe mais, critique menos.
16. 🎯 Tenha propósito em tudo o que fizer.
17. 🤲 Sirva ao próximo sem esperar reconhecimento.
18. 🌍 Respeite todas as pessoas e suas diferenças.
19. ⏳ Tenha paciência: grandes obras levam tempo para serem construídas.
20. 🌟 Transforme conhecimento em sabedoria.

21. 🧱 Lembre-se de que a maior construção é o próprio caráter.
22. 🗣️ Faça da sua palavra um compromisso inabalável.
23. 🚪 Veja oportunidades onde outros enxergam obstáculos.
24. 🌄 Mantenha-se firme diante das adversidades.
25. 🤍 Pratique a tolerância e o respeito.
26. 📖 Cultive a sabedoria antes da ambição.
27. 🏛️ Honre a tradição sem deixar de evoluir.
28. ✨ Seja luz em um mundo que muitas vezes se perde na escuridão.
29. 🔺 Nunca abandone a busca pelo aperfeiçoamento moral e intelectual.
30. 👑 Compreenda que o verdadeiro sucesso não está no que você possui, mas na pessoa que você se torna.

🔨 O templo mais grandioso não é feito de pedras, mas de virtudes. Cada escolha correta coloca mais um bloco nessa construção. Que sua jornada seja guiada pela sabedoria, fortalecida pela fraternidade e iluminada pela busca constante da Verdade.

Huzzé Huzzé Huzzé

Os Mistérios de São João.

Os Mistérios de São João. 
 Uma pergunta que muitos já fizeram e poucos conseguiram responder com absoluta certeza: afinal, por que São João é o padroeiro da Maçonaria?

São João Batista e São João Evangelista. Duas figuras bíblicas, dois nomes, um só título: os Santos Padroeiros da Maçonaria. Mas como uma organização que se orgulha de ser não religiosa, aberta a todas as crenças, adotou dois santos cristãos como seus protetores?

A resposta, como tudo na Maçonaria, está envolta em simbolismo, história e... um pouco de mistério. Vamos mergulhar nessa história.

Para começar, precisamos voltar no tempo. Imagine a Europa da Idade Média, mais especificamente a Inglaterra e a Escócia. Nessa época, as cidades eram construídas por artesãos habilidosos, e esses artesãos se organizavam em guildas e sociedades. E cada uma dessas sociedades, cada ofício, costumava dedicar-se a um santo padroeiro. Era uma tradição: o santo recebia a devoção dos membros e, em troca, oferecia proteção e favores especiais. Não era estranho, portanto, que uma associação de construtores tivesse também o seu santo.

Mas o que torna a ligação da Maçonaria com os dois Joãos tão especial e, ao mesmo tempo, tão enigmática?

Vamos aos fatos.

No calendário da igreja medieval, dois santos chamados João se destacavam. Primeiro, João Batista, o "precursor", a voz que clamava no deserto, anunciando a chegada de Jesus. E segundo, João Evangelista, o "discípulo amado", o apóstolo, irmão de Tiago, a quem a tradição atribui a autoria do Evangelho de João.

Aqui começa o primeiro véu de mistério. Quando e onde a Maçonaria adotou esses dois santos? Não sabemos ao certo. Há séculos essa ligação existe, mas o "como" e o "porquê" exatos se perderam no tempo.

No entanto, isso não significa que não possamos especular, e é aí que a coisa fica interessante.

A Maçonaria moderna, como a conhecemos, nasceu em um mundo predominantemente cristão: a Europa do Iluminismo. E apesar de sempre ter aberto suas portas para homens de todas as religiões, a sua simbologia, naturalmente, acabou sendo influenciada pela cultura cristã ao seu redor. É daí que vem a iconografia dos dois São João.

Mas há uma leitura mais profunda na Maçonaria para essa escolha. A dualidade. Os dois santos representam duas faces de uma mesma moeda.

Imagine:

João Batista é o zelo, a paixão. Ele é a chama que arde no deserto, a energia da transformação, o chamado à ação.

João Evangelista, por sua vez, é o conhecimento, a introspecção, a compreensão profunda da fé. Ele é a luz que ilumina o caminho, o "Verbo" que se fez carne.

Juntos, eles simbolizam o caminho equilibrado do maçom: a paixão aliada ao conhecimento, a ação guiada pela reflexão. Uma loja maçônica dedicada aos dois santos é, portanto, um espaço para canalizar essa paixão e buscar a iluminação. E não é por acaso que as festas desses dois santos são celebradas próximas aos solstícios: João Batista, no solstício de inverno; João Evangelista, no solstício de verão. Luz e escuridão, ação e contemplação, o ciclo eterno da natureza.

Mas há uma teoria mais concreta, apontada por estudiosos, que nos leva a uma pista literal.

A tradição nos conta que, antigamente, os novos maçons prestavam seu juramento sobre uma Bíblia aberta... em um capítulo específico: o primeiro capítulo do Evangelho de João.

As palavras iniciais são poderosas e soam familiares até hoje: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus."

Esta era a "Palavra", o "Verbo".

Nos séculos XVII e XVIII, a "Palavra Maçônica" era um segredo sagrado e fundamental, revelado apenas ao maçom iniciado. Essa palavra era a chave que dava acesso a todos os privilégios da fraternidade e, para os pedreiros "operativos", significava acesso ao trabalho e ao sustento.

É natural, portanto, a conexão simbólica entre a "Palavra Maçônica", o segredo da ordem, e a "Palavra" divina do Evangelho de João. A escolha do Evangelho de São João para o juramento pode ter sido uma forma de elevar a obrigação do maçom a um patamar sagrado, ligando o segredo da fraternidade à própria palavra de Deus.

E essa ligação era tão importante que os maçons daquela época, por vezes, eram chamados de... "Maçons de São João". De fato, em alguns registros do século XVIII, visitantes de lojas escreviam esse título após seus nomes: "Maçom de São João".

É fascinante, não é?

Portanto, podemos supor que a origem da ligação com os dois Joãos começou com São João Evangelista, por conta do seu Evangelho. E que São João Batista foi adicionado posteriormente, talvez para completar a dualidade, para equilibrar a força do zelo com a sabedoria do conhecimento.

Mas, como eu disse, nada disso pode ser comprovado. Os "Maçons de São João" não deixaram manuais explicando sua escolha. O silêncio deles é um convite à nossa reflexão.

E para fechar com chave de ouro, vamos lembrar de um marco fundamental: em 1717, em Londres, foi formada a primeira Grande Loja oficial de Maçons, a Grande Loja Premier da Inglaterra. Mais tarde, em 1813, ela se uniu a outra grande loja para formar a Grande Loja Unida da Inglaterra. E desde então, a tradição foi consolidada, mas a origem permaneceu nas sombras da história.

Então, meus caros ouvintes, por que São João é o padroeiro da Maçonaria?

É uma mistura de tradição medieval, de simbolismo poderoso sobre a dualidade humana, e de uma profunda conexão entre a "Palavra" do Evangelho e o "segredo" da Ordem. É uma história que mescla o concreto do ritual com o abstrato da busca pela iluminação.

E talvez, o verdadeiro motivo seja justamente esse: a Maçonaria nos convida a fazer nossas próprias perguntas, a buscar nossas próprias respostas, e a encontrar, no equilíbrio entre a paixão e a razão, o nosso próprio caminho.

E fique atento aos próximos episódios, onde continuaremos desvendando os símbolos e a história por trás da Maçonaria

São João na Maçonaria.

 

AD UNIVERSI TERRARUM ORBIS SUMMI ARCHITECTI GLORIAM

Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito

Mãe dos graus filosóficos Escoceses no Brasil.

ILUSTRE CONSELHO FILOSÓFICO DE KADOSCH Nº 6

M∴ Ricardo José Rosar – CIM 304.926 - IME: 096.728

GRAU 19 – GRANDE PONTÍFECE

 



TEMA:

“NÃO BASTA CONHECER NOSSOS DEVERES, NEM PROMULGAR

NOSSOS DIREITOS;

É NECESSÁRIO CUMPRIR UNS E GARANTIR OUTROS.”

 

 

AUTOR: RICARDO JOSÉ ROSAR – IME: 096728

Vale de Florianópolis

Outubro de 2023 da Era Vulgar

Rua Vidal Ramos 310 – Centro – 88010-320 – Região de Florianópolis SC. BR.

 

 

“NÃO BASTA CONHECER NOSSOS DEVERES, NEM PROMULGAR

NOSSOS DIREITOS;

É NECESSÁRIO CUMPRIR UNS E GARANTIR OUTROS.”

 

 

 

 

Trabalho a ser apresentado para o Grau 19,  

         Grande Pontífice.  Regeneração Catharinen

         se, Região de Florianópolis Estado de Santa

        Catarina Brasil.  

        

 

 

 

 

 

 

 

FLORIANÓPOLIS SC.

 Outubro de 2023


 

 

“NÃO BASTA CONHECER NOSSOS DEVERES, NEM PROMULGAR

NOSSOS DIREITOS;

É NECESSÁRIO CUMPRIR UNS E GARANTIR OUTROS.”

 

 

 

 

O Grau 19 da Maçonaria é o Grande Pontífice. A cerimônia de iniciação ao Grau 19 da Maçonaria Grande Pontífice, simboliza a Jerusalém Celeste ou o Templo da Verdade, O Templo da Razão, cuja luz simbólica entrevimos no grau de Aprendiz, grau em que se inicia realmente, O Grande Pontífice e que, pelo progresso absoluto nas artes, nas ciências e em tudo que servir ao uso da vida, reúne materiais para levantar o edifício da instituição social, de modo a obrigar cada um a cumprir seus deveres, garantindo a todos os seus deveres.

Podeis assim, receber sua luz divina e refleti-la como nova constelação sobre vossos semelhantes. Conheceis os direitos e deveres da humanidade e vindes aprender aqui como implantá-los no mundo. Preparamos os materiais do Novo Tabernáculo.

Para que possam entrar em Jerusalém Celeste, devemos ter o dever de seguir as doze estrelas que ilumina e é o símbolo do zodíaco intelectual, a constelação que ilumina é o Templo da Razão assentado em vosso cérebro, na área da ideia, servindo de foco refulgente ao sublime eflúvio, o entendimento. Entre os significados da Doze Estrelas, podemos citar: Não há princípio de virtude, de honra ou de moral, mesmo com juízo perfeito e mediana educação, não o possui no mesmo grau que o instruído. O interesse material é mais poderoso que o moral, as religiões que cada povo alcança, não pode servir para regerem-no, apoio no Absoluto, e se invadirem o terreno intelectual. A Metafísica e a Psicologia. A Literatura não pode ser um modelo, de vez que abraça erros e verdades de uma época. A Conduta moral e intelectual do homem se amolda à época e ao país que vive. As opiniões e instituições relativas ao lugar que os países ocupam no tempo. O Governo melhor é aquele que destrói as más Leis. O Progresso é o resultado das leis fiscais, unidas às leis intelectuais. Separar uma da outra, é anulá-las reciprocamente. Os bens do progresso científico se anulam com a corrupção dos costumes, que rompe os vínculos da família e implanta a desconfiança entre os cidadãos. E a mais importante das Estrelas a décima segunda, que não basta conhecer nossos deveres, nem promulgar nossos direitos; é necessário cumprir uns e garantir os outros.

As verdades que, bem entendidas e observadas, vos levarão ao apogeu da Civilização. Enquanto o edifício social não descansar no progresso moral, unido ao intelectual; enquanto o Templo da Razão não esmagar esse nefando réptil, essa Hidra de Três Cabeças – a Intolerância, a Superstição e o Fanatismo – que renasce sem cessar, não haverá paz na terra, nem a justiça regerá nossos destinos. Esperamos que ao sentar-se neste conselho, daremos a prova de abnegação das virtudes mais acrisoladas. Que nenhum temor nos arrede. Marchai sempre em frente.

Um verdadeiro maçom trabalha para o progresso e melhoria da humanidade do futuro. Ele contempla, com instintivo impulso além de sua vida, aqueles que lhe sucederão, e anseia por sobreviver seus próprios dias e sua geração. Ele procura sobrevivência no bem, que é feito à humanidade, e não à reputação esmorecida na memória do homem.

No ensinamento do Grau, as virtudes que conduzem uma sociedade ao apogeu da civilização. Por isso, a meta do ensinamento dos graus filosóficos é proporcionar aos Irmãos a aquisição dessas virtudes.

São muitos os estudiosos e psicólogos que pregam a necessidade de aceitar o dever, como uma das atitudes fundamentais da vida civilizada. Sem lei, não haverá nunca a ordem social.

O dever regula, tanto o uso da liberdade como o do direito, afinal de contas, nós temos que agir cautelosamente no campo de nossos direitos, como no de nossos deveres, pois se excedermos o primeiro entramos em zona proibida, ele sucede se abusarmos do segundo, mesmo que justifiquemos dizendo, que o estamos “Fazendo em cumprimento do dever”.

O professor Alberto do Amaral da USP, teoriza que “os direitos humanos são desigualmente respeitados ou desigualmente desrespeitados” em todo o mundo.

Toda Política lista os direitos e deveres do cidadão, incluindo participar das eleições, estar atento ao cumprimento das leis do país, pagar os impostos devidos, participar da escolha das políticas públicas, respeitar os direitos dos outros cidadãos, proteger o patrimônio público e proteger o meio ambiente.

Os direitos e deveres do cidadão são relacionados ao conceito de cidadania. Ser um cidadão consciente e exercer a cidadania é saber quais são os seus direitos e deveres para participar ativamente das decisões políticas e sociais que têm consequências na vida de todos.

Os direitos garantidos são muitos e estão definidos na Constituição, na Declaração Universal dos Direitos do Homem e em outras leis. Os direitos podem ser classificados em civis, sociais e políticos. Alguns exemplos de direitos civis são o direito à vida, à liberdade de expressão, à igualdade entre homens e mulheres, à proteção da intimidade e da vida privada, à liberdade para exercer sua profissão, ao direito à propriedade. Já os direitos sociais são aqueles que garantem e protegem a qualidade de vida e dignidade do cidadão, como educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, transporte, lazer, segurança, previdência social, proteção à infância e à maternidade, assistência aos desamparados. Por fim, os direitos políticos se referem à participação nas decisões políticas do país, como o direito a voto direto e secreto com igual valor para todos e o direito a ser candidato a um cargo nas eleições.

Além de poder cobrar do Estado o cumprimento dos direitos, é preciso ser um cidadão que cumpre com os seus deveres. São os principais deveres do cidadão brasileiro: participar das eleições, escolhendo e votando nos seus candidatos; estar atento ao cumprimento das leis do país; pagar os impostos devidos; participar da escolha das políticas públicas; respeitar os direitos dos outros cidadãos; proteger o patrimônio público; proteger o meio ambiente.

Argumento que não basta conhecer nossos direitos e deveres, é necessário cumpri-los e garantir que os outros também os cumpram. Menciono a cerimônia de iniciação ao Grau 19 da Maçonaria Grande Pontífice, que simboliza a Jerusalém Celeste ou o Templo da Verdade. Afirmo que para entrar em Jerusalém Celeste, devemos seguir as doze estrelas que iluminam o zodíaco intelectual e servem como um foco refulgente ao sublime eflúvio, o entendimento. Também discuto a importância da metafísica, psicologia, literatura e conduta moral e intelectual do homem. Afirmo que as opiniões e instituições relativas ao lugar que os países ocupam no tempo são importantes para entender o progresso. Por fim, argumento que o governo melhor é aquele que destrói as más leis e que o progresso é o resultado das leis fiscais unidas às leis intelectuais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bibliografia:

1 – Site “/www.recantodasletras.com.br/resenhasdelivros/2225321” 2020

2 – pt.wikipedia.org – Merriam-Webster – Wikipedia

3 – Site “maconariasociedadesecreta. blogspot.com/search/label/ EXPRES SÕES % 20 LATINAS%20USADAS%20NA%20 MAÇONARIA

4 - Ritual do Grau 19, Grande Pontífice, Campo de São Cristóvão – Rio de Janeiro RJ.

5 – Conselho de Kadosch, graus filósicos, Consenso Editora Gráfica Ltda,

6 – Site ´MAÇONARIA - 027 - ARTE E SIMBOLISMO - 8 - A JERUSALÉM CELESTE (recantodasletras.com.br). 2018

7 – todapolitica.com – 381 – Direitos e deveres, 2012

 

Amarula

Clássico reinventado: Pudim de Amarula com calda de café http://flip.it/q11CnO

Clássico reinventado: pudim de Amarula com calda de café

Uma receita de pudim de Amarula com calda de café que é fácil de fazer, e ideal para quem quer surpreender com uma sobremesa rápida e original.

Ingredientes para o pudim
1 lata de leite condensado;
1 lata de leite comum;
3 ovos;
50ml de licor de amarula. Ou 15 gotas de  Essência de Baunilha em 50 ml de vodca ou cachaça.

Ingredientes para a calda
1 xíc (chá) de açúcar;
1/2 xíc (chá) de café forte (expresso ou coado).

1. No liquidificador, coloque o leite condensado, os ovos, o leite e o licor Amarula. Bata até misturar.
2. Em uma panela, coloque o açúcar e o café forte. Ligue no fogo médio e deixe ferver até ganhar consistência de caramelo.
3. Desligue e despeje em uma forma redonda com furo no meio. Espalhe na lateral da forma. Passe a mistura do liquidificador para a forma.
4. Leve para assar em forno pré-aquecido 180˚C em banho maria por cerca de 1 hora ou até que, ao enfiar um palito, ele saia limpo.
5. Deixe esfriar, leve à geladeira e desenforme antes de servir.